Stregheria,Stregoneria ou Bruxaria Italiana são os nomes dados a Velha Religião ( Vecchia Religione) da região da Itália. Culto Pagão com origens nos velhos Mistérios Etruscos e Egeus. A Stregheria é uma Religião que é formada por diversos Clãs. (Tradições ou Familias), na maioria segue uma linhagem Hereditária e Oculta. O culto Streghe é diverso, mas segue principalmente os ensinamentos da Prima Streghe( Arádia ou Heródia).
A Deusa Diana e o Deus Cornifero Dianus Lucifero.

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Bruxo Callegari - TV Espelho Mágico

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A Magia Seird



“A magia Seird é um intrigante e poderoso sistema de magia descoberto pelos nórdicos com origens de práticas xamânicas de transe. Entre tais técnicas estava o rito profético do trono, onde o Volva (SEER) envia sua consciência ao reino do submundo de Hel para obter respostas às perguntas feitas a ela. Suas origens são mencionadas nos textos antigos das Sagas e dos Eddas, assim como em textos de pesquisadores contemporâneos e grupos de trabalho com Seirdr na Escandinávia, Europa e América. As Volvas mulheres xamãs usavam a técnica do transe para entrar no mundo espiritual usando tambores e Galdras e principalmente os’ vardlokkurs’ (canticos). Para entrar em contato com os seus  ancestrais, os mortos e os deuses, incluindo as deusas Freyja e Hel, e o Allfather Deus Odin. Segundo a mitologia nórdica quem trouxe e ensinou a magia Seidr aos deuses, até mesmo ao próprio Odin, foi à deusa Freyja.
Freyja era a deusa nórdica que às vezes era mencionada como filha de Odin, e outras como sua esposa ou até mesmo outro aspecto psicológico da própria Friga sua real esposa e mãe dos deuses.
Mas acredito na individualidade dessa deusa, pois tem características muito próprias.
 Sua extrema beleza, seus longos cabelos loiros, seu colar mágico Brisingamem com pedras de âmbar ,feitos pelos anões. Em troca de seus prazeres sexuais. Ela usa como veículos de transporte uma carruagem feita de ouro e puxado por dois grandes gatos cinzentos. Por ser uma deusa da magia Seird, ela era dona do manto mágico de penas,  que a transformava em falcão e ela  podia migrar voando pelos nove mundos da mitologia nórdica.

“A “magia Seird é principalmente uma magia, que utiliza os símbolos rúnicos e as posturas xamanicas e filtros feitos pelas” volvas” para divinação e transporte do corpo astral para o submundo da deusa Hel. Onde receberiam a resposta as ordens divinatórias. Havia também o rito do trono, onde uma volva era escolhida e sentada em um trono dedicado à divinação, entrava em transe profundo, desprendendo seu corpo astral em direção ao reino de Hel. Através de bebidas espirituosas e cânticos ‘vardlokkurs’ posturas do galdras (runas), ela conseguia esse feito mágico. A magia Seidr utilizava muitos elementos, ligados a representação do gelo e do fogo da terra e da água. Figuras de animais totêmicos, presas de javali, ossos de animais pequenos, chifres, runas e penas de diversos pássaros de vôo. Esse transe das volvas lembra muito os das pitonisas do templo grego de delfos dedicado ao deus das artes divinatórias Apolo. Onde a s pitonisas se sentavam sobre uma venda onde gases vulcânicos emitidos pelas fendas onde um dos seus componentes era o “protóxido de azoto” gás utilizado em anestesias gerais nos tempo atuais. Produziam um transe nas pitonisas e elas começavam a profetizar sobre as questões a elas dirigidas. O transe através de bebidas, fumo de ervas alucinógenas, realmente desprende ligações neuronais do cérebro onde são bloqueados os contatos do mundo que chamamos de real, e os transporta até as fronteiras da alucinação que são uma espécie de portal para liberar a energia do corpo astral, da mente física.

Os nórdicos também ofereciam sacrifícios aos deuses, assim como a maioria das religiões pagãs que tantas vezes foram execradas por esse motivo, o rito sacrifical. , mas também as pré cristãs como o judaísmo tinham complexos ritos de sacrifícios de  “Os capítulos 8-10 do livro de Hebreus descrevem numerosos aspectos do antigo concerto tais animais como o culto, as leis e o ritual dos sacrifícios no tabernáculo; descrevem os vários cômodos e móveis desse centro de adoração do Antigo Testamento.Observando todos os requisitos da ordenança, bem como o sacrifício de animais (Lv 23.21); observemos também o Dia da Expiação por ser “estatuto perpétuo”; este é um dia especial de aflição; mas cuidado: “Toda alma que, naquele mesmo dia, não se afligir será extirpada do seu povo”; e se fizer alguma obra será destruída (Lv 23.29-31); celebremos também a Páscoa com sacrifício de animais, tal como ordenado pelo Senhor, por ser “estatuto perpétuo” (Ex 12.14); observemos também os “contínuos holocaustos” [por toda a vida] ordenados pelo Senhor: “Um cordeiro sacrificarás pela manhã e o outro cordeiro sacrificarás de tarde” (Nm 28.3-4); nas cerimônias de consagração, cumpramos, por ser “estatuto perpétuo”, o ritual de degola de um “novilho perante o Senhor, à porta da tenda da congregação”, e “derramarás o sangue à base do altar” (Ex 29.11-12).
A finalidade da Festa dos Tabernáculos era lembrar ao povo a BONDADE de Deus para com ele durante seus quarenta anos no deserto, sem habitação permanente. Também chamada Festa da Colheita, porque ela comemorava o término da colheita dos frutos e nozes do verão.
Não diferente de muitos ritos pagãos da colheita e da fertilidade, só que na versão bíblica do velho testamento são plenamente aceitáveis como normais e sem constrangimentos.
 As Volvas do “Seidr” também usavam vísceras de animais e alguns órgãos como o fígado e coração para realizar profecias. Isso também era feito da mesma forma  pelos Druidas pois eles eram os sacerdotes dos Celtas, que provinham da mesma linhagem dos nórdicos.

As Volvas carregavam uma pequena bolsa feita em couro de gamo, com seus apetrechos mágicos. Entre eles algumas sementes, ossos, pedras com símbolos rúnicos, gravetos, conchas e penas. Eram muito respeitadas e praticamente ninguém fazia grandes eventos sem antes consultar as Volvas.
Na era de perseguição as bruxas as "Volvas" eram amarradas a estacas na praia, esperando a mare alta subir onde morriam afogadas.

Autor: Valdir Callegari

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Elizabeth Bathory "A Condessa Sangrenta"


                                                    
Mais conhecida como “A Condessa Sangrenta”, devido aos macabros e depravados crimes que cometeu, Elizabeth Bathory foi uma aristocrata húngara pertencente a uma das mais ilustres famílias da Europa. De fato desta mesma família também foram Estevam e Sigmund Bathory, que ocuparam os tronos da Polônia e da Transilvânia, respectivamente. Além disso, também vieram dessa mesma família vários dignitários do clero e alguns ministros da Hungria.
Acreditavam que madame Bathory matava jovens donzelas para banhar-se em seu sangue, uma vez que acreditava que, assim fazendo, se manteria sempre jovem e bela. Dizem que chegou a assassinar perto de 650 pessoas com este propósito.  Atualmente e depois das investigações, não se sabe se o propósito era realmente este, mas de qualquer forma, pode-se assegurar que cometeu realmente uma grande quantidade de crimes de extrema crueldade.

A historia de Elizabeth começa em 1560. Seu castelo se encontrava em Cachtice, cidade situada na Slovakia. Também passou parte de sua vida em Viena, onde tinha uma mansão próxima do palácio real, no centro da cidade. Ali Elizabeth fez construir uma jaula de ferro, dentro da qual torturava as jovens donzelas.

Grande parte dos investigadores atribui os maus instintos da condessa à alguma degeneração genética, devidos aos casamentos consangüíneos de sua família. De fato Elizabeth era muito propensa a ataques de epilepsia e, entre seus familiares havia numerosos antecedentes de práticas de magia negra e satanismo. Aliás seu irmão Stephem e sua tia, ambos de marcada tendência homossexual, foram conhecidos libertinos, além disso, deve-se citar o caso de sua antepassada Cara Báthory que, apesar de praticar todo tipo de aberrações sexuais, envenenou seu próprio marido.


Aos onze anos, como era costume entre algumas famílias, Elizabeth foi prometida para Ferenc Nadasdy, filho de outra família aristocrática húngara. Foi viver com a família de Ferenc, no sombrio castelo de Csejthe. Ali gostava de manter intimidades com outros moços, chegando a engravidar de um deles. Devido a este incidente aos 13 anos, teve o filho em segredo e este lhe foi tomado, casando-se dois anos depois Ferenc Nadasdy.


Ferenc, posteriormente conhecido como "O Cavaleiro Negro" por suas proezas como general no campo de batalha, era tão cruel como sua mulher. Esteve a maior parte de seu matrimônio lutando contra os turcos e quando voltava para casa, distraia-se torturando os prisioneiros.


De fato Ferenc ensinou várias técnicas de tortura a Elizabeth. Uma das técnicas de tortura preferidas por Elizabeth era introduzir finas agulhas sob as unhas de suas servas, ou simplesmente, cravá-las em sua pele. Também diziam que se divertia dando chaves ou moedas aquecidas ao fogo para queimar as mãos dessas moças, ou as atirava nuas na neve para, depois, encharcá-las com água fria até morrerem congeladas. Conta-se que Ferenc ensinou a Elizabeth como manter a disciplina de suas donzelas às custas dessas torturas.

Por Ferenc estar sempre fora de casa, Elizabeth buscou o consolo de numerosos amantes, e de ambos os sexos. Aborrecia-se facilmente com todos e vivia buscando novos divertimentos.

Depois da morte de seu marido em 1604, iniciou obsessivamente certas práticas de bruxaria. Esta prática deu à Elizabeth liberdade e criatividade para desenvolver suas próprias perversões sexuais. Segundo registros da justiça de 1611, Elisabeth foi presa por atear fogo aos pelos púbicos de uma de suas criadas.



A origem da história sobre sua utilização de sangue para fins cosméticos, foi um dia em que, depois de dar uma violenta bofetada numa criada que a estava penteando, esta começou a sangrar e seu sangue salpicou na mão da condessa. Convenceu-se de que a pele onde havia caído o sangue rejuvenesceu e, a partir daí, começou a tomar banhos de sangue humano para manter sua juventude e beleza  eternamente.

Depois dessa macabra experiência cosmética começou uma orgia desenfreada de assassinatos que se prolongou por dez anos, durante os quais seus criados saiam à caça de jovens virgens da região, quando não era ela mesma que as atraia ao castelo com a promessa de emprego.

Citam mais de seiscentos e cinqüenta assassinatos durante esse período.  No castelo as moças eram encarceradas nas masmorras à espera de serem degoladas para que seu sangue enchesse a banheira da cruel condessa.


Um dia em que a condessa esteve doente de cama, mandou que lhe trouxessem uma jovem donzela para fazer-lhe companhia, mas quando a moça se aproximou a condessa avançou sobre ela cravando-lhe os dentes no pescoço e no tronco arrancando-lhe pedaços de carne.

Chegou um momento em que guardar tal número de corpos vitimados pela condessa no castelo era um grande problema. Inicialmente a condessa queria que os corpos fossem deixados sob as camas, mas o cheiro era tão insuportável que alguns empregados tomaram a iniciativa de levar esses corpos para um campo nas imediações da cidade. E foi exatamente esse esparramo de corpos sem sangue que levaram as pessoas a acreditarem na existência de vampiros.

O grande e belo palácio de Elizabeth Bathory.


Madame Bathory era mais rica que o próprio rei Mathias II. Por causa disso, quanto chegaram notícias do que estava ocorrendo no castelo da condessa, o rei decidiu atuar de imediato, motivado até por razões econômicas (ou despeito). Consideraram Bathory culpada de bruxaria e todas suas posses passariam diretamente ao rei.

Entretanto, o conde Thurzo, encarregado do processo contra a condessa, era um grande amigo da família Bathory e acabou fazendo um trato com ela, condenando à morte com terríveis torturas seus cúmplices e ela própria acabou sendo condenada à prisão perpétua no castelo de Esei. Morreu aos 54 anos.

Inúmeros documentos demonstram a união entre a família Bathory e a família de Vade Tepes, "O Conde Drácula". De fato, um membro da família Bathory, Stephem Bathory, encabeçou o movimento que devolveu à "Drácula" o trono em 1476.
 
Abaixo Trailer Do Filme de Bathory.




Ela até é mantida pelo Guinness Book como a maior assassina de todos os tempos, já que matou pessoalmente mais de 600 pessoas (todas elas mulheres jovens)































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