Stregheria,Stregoneria ou Bruxaria Italiana são os nomes dados a Velha Religião ( Vecchia Religione) da região da Itália. Culto Pagão com origens nos velhos Mistérios Etruscos e Egeus. A Stregheria é uma Religião que é formada por diversos Clãs. (Tradições ou Familias), na maioria segue uma linhagem Hereditária e Oculta. O culto Streghe é diverso, mas segue principalmente os ensinamentos da Prima Streghe( Arádia ou Heródia).
A Deusa Diana e o Deus Cornifero Dianus Lucifero.

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Bruxo Callegari - TV Espelho Mágico

sábado, 14 de novembro de 2009

O que é a Wicca?

A Wicca
A Wicca é uma religião Neopagã fundamentada nos cultos da fertilidade que se originaram na Europa Antiga. O Bruxo inglês Gerald B. Gardner impulsionou o renascimento do culto na Wicca, junto com outros bruxos, em meados dos anos 40 e 50. Embora essa fundação tenha ocorrido provavelmente na década de 1940 só foi revelada publicamente em 1954, quando da época da sanção da última das leis contra a Bruxaria na Inglaterra. Vale lembrar que a Wicca não é uma religião criada por Gardner, mas sim ressurgida da sobrevivência da Bruxaria adaptada ao mundo de hoje, o que chamamos de Bruxaria Moderna.


Desde seu renascimento, várias tradições da Wicca surgiram. Algumas se afastando consideravelmente dos conceitos da década de 50. A tradição que segue os ensinamentos e práticas específicas, conforme estabelecidos por Gardner, é denominada Tradição Gardneriana. Além dela, muitas outras tradições da Wicca se desenvolveram e também existem muitos praticantes que não pertencem a nenhuma tradição estabelecida, mas criam a sua própria forma de culto (ecléticos) aos Antigos Deuses, denominando-se Bruxos Solitários. Estes podem, contudo, participar dos Sabbats e Esbbats com outros bruxos.

É importante frisar que a Wicca não é uma religião mantida ininterruptamente desde a Antigüidade, mas ela tem bases em crenças e rituais .

Definição

A palavra "Wicca" vem do Inglês antigo, tendo sido reintroduzida no uso moderno daquele idioma por Gerald Gardner, em sua publicação de 1954. Embora Gardner utilizasse a grafia "Wica", popularizou-se o uso de "Wicca", mais coerente à etimologia da língua inglesa moderna.

Os primeiros livros sobre Wicca em língua portuguesa foram traduções da língua inglesa, tendo seus tradutores optado por manter a grafia original. Mais tarde, os livros escritos diretamente em Português mantiveram esse uso. No entanto, não há consenso entre autores e tradutores sobre a palavra a ser usada na língua portuguesa para designar o praticante da religião Wicca, sendo utilizadas mais amplamente as formas "wiccano(a)" e "wiccaniano(a)". É também de uso menos comum a forma "wiccan", como no original em inglês, para ambos os sexos.

Os defensores da forma "wiccaniano" alegam ter sido o primeiro livro sobre Wicca traduzido para o Português o "Feitiçaria Moderna", de Gerina Dunwich, onde foi utilizada essa forma. Os demais termos são normalmente mantidos sem tradução, em sua forma originalmente usada na língua inglesa.

Embora sejam algumas vezes usadas como sinônimo, Wicca e Bruxaria são conceitos diferentes. A confusão se dá porque tanto os praticantes da Wicca quanto os da Bruxaria - Moderna ou Tradicional - se denominam Bruxos. Da mesma forma, não devem ser confundidos os termos Wicca e Neopaganismo, uma vez que a Wicca é apenas uma das expressões modernas do antigo Paganismo.

A Wicca é uma religião iniciática e pode ser praticada tanto de forma tradicional quanto de forma solitária. Nas formas tradicionais, os praticantes avançam através dos graus de iniciação da religião e geralmente trabalham em covens (grupos de iniciados que celebram juntos, liderados por uma Alto Sacerdotisa e por um Alto Sacerdote). Na forma solitária, os praticantes celebram os Rituais Sazonais sozinhos ou podem se reunir com outros Solitários nestas datas.

Todas as formas de Wicca cultuam a Deusa e o Deus, variando porém o grau de importância dado ao culto de cada um deles, pois apesar de existirem tradições que cultuam a Deusa com maior ênfase, o culto aos dois com igual dedicação é um ponto forte e mais presente nas crenças wiccanianas devido ao trabalho com o equilíbrio entre os Gêneros Divinos, Feminino e Masculino.

Há diversas denominações (chamadas comumente de Tradições) Wiccanianas. Assim, há uma enorme quantidade de variações sobre as crenças e as práticas wiccanianas.

A prática wiccaniana mais comum cultua duas divindades, a Deusa e o Deus, algumas vezes chamado de Deus Cornífero (do latim: "o que porta cornos").

Algumas tradições, principalmente as denominadas Tradições Diânicas, dão mais ênfase ao culto à Deusa. Outras, entretanto, dão ênfase ao Deus e à Deusa como complementares de onde surge toda a criação, em igualdade de condições. Algumas Tradições Diânicas feministas não consideram o Deus. Alguns praticantes discordam dessa posição, dizendo não haver razão para realizar as celebrações ritualísticas mais importantes sem a presença das duas polaridades. Outros praticantes vêem a Deusa como a Criadora e a Incriada, sendo assim o Deus apenas uma parcela Dela.

O culto na Wicca é fundamentado no equilíbrio entre as polaridades encontradas na Natureza e entre os Gêneros Divinos. Entretanto, os praticantes da Wicca ainda são politeístas, já que essa é uma característica essencial do Paganismo.

Os ritos da Wicca reverenciam a ligação da vida dos praticantes e das Divindades com a Terra. Essa reverência se expressa, principalmente, através de rituais cuja liturgia celebra as lunações e as mudanças das estações do ano, através de um antigo calendário agrícola(Roda do Ano). Sem esquecer a crença na reencarnação dentre os Bruxos Modernos.

Os praticantes da Wicca realizam rituais em honra à Deusa nas noites de Lua Cheia. Esses rituais são normalmente denominados Esbbats. Algumas tradições chamam também de Esbbat rituais realizados nas demais fases da Lua.

Esses rituais são celebrações onde se acredita que a Deusa manifesta-se na Suma Sacerdotisa através do ritual "Drowing Down The Moon", e através dela revela a sua sabedoria. Vale ressaltar que apenas a Alta Sacerdotisa e o Alto Sacerdote estão aptos a realizar tal ritual.

O culto à Deusa é vivenciado através das Suas variadas faces:

A Donzela, que representa a pureza feminina, o vigor, a inocência e a sedução (Lua Nova e Crescente);

A Mãe, fonte da vida e protetora (Lua Cheia);


A Anciã, Velha e Sábia, conhecedora dos maiores mistérios da vida e da morte (Lua Minguante);

A Iniciadora, seu lado escuro e destruidor (Lua Negra).


Vale alertar que não há espaço em nenhuma tradição que esteja inserida no Neopaganismo para o conceito de "Mal Absoluto". Cai por terra, dessa feita, as tentativas por parte de outras religiões de ligarem o Paganismo, Antigo ou Moderno, a entidades como do Diabo da mitologia cristã.


 A Roda do Ano

O ano se inicia em Samhain (lê-se: sou-êin), quando o Deus, Filho e Consorte da Deusa, morre, mergulhando no Sagrado Útero da Mãe;


Então Ele renasce em Yule do Útero da Deusa;

Passa Sua infância em Imbolc, quando é alimentado pelo seio sagrado da Senhora, que agora descansa do parto;

Em Ostara é a Deusa Renascida que surge, trazendo sua força. Ela é a Donzela e ele o Jovem Galhudo;

Em Beltane Ele se une à Deusa Donzela, e da Sua união Tudo surgirá;


Em Litha ele é Pleno em Seu Poder, o implacável Senhor das Florestas, e a Donzela já se tornou a Grande Mãe;


Em Lammas ele começa sua rota ao declínio. Ele é o Deus do Oculto, enquanto a Deusa segue sua trilha para dar à luz novamente o Seu filho, a Criança da Promessa;

Em Mabon ele é o Sábio Deus Verde, e está se preparando para sua passagem, enquanto a Deusa percebe que Seu amado está partindo;


Volta a morrer em Samhain, realizando a grande espiral do renascimento, ou simplesmente a Roda do Ano.

Quatro Sabbats, chamados Maiores por algumas tradições, celebram o auge das estações. São eles: Samhain (Outono), Beltane (Primavera), Imbolc,(Inverno) e Lammas ou Lughnasadh,(Verão). Os demais, chamados por vezes de Sabbats Menores, comemoram os Solstícios e Equinócios: Litha(Verão), Yule(Inverno) e Equinócios: Ostara(Primavera) e Mabon(Outono).

Há uma grande controvérsia entre os praticantes brasileiros sobre qual a forma mais adequada de escolher as datas dos Sabbats. Vários deles defendem que os Sabbats sejam comemorados nas mesmas datas em que isso é feito no Hemisfério Norte (por exemplo, Yule em Dezembro), enquanto outros defendem a comemoração nas datas em que as estações ocorrem no Hemisfério Sul (Yule em Junho). Praticantes australianos, argentinos, porto-riquenhos, e uruguaios comemoram, em sua grande maioria, as datas do Hemisfério Sul.

Alguns chamam a Wicca de Religião da Deusa, porque enxergam na Deusa a totalidade. Outros contestam esta afirmação, crendo que em nenhum momento isso se torna verídico, pois a Deusa, realiza a descida até o Deus no Submundo e apenas então recebe, por intermédio das provações, o conhecimento que precisa para se tornar plena. Assim, a Deusa não está completa sem o Deus, nem para portar o conhecimento, nem para realizar o Grande Rito da criação universal, pois apenas dois complementares podem se unir e criar dessa união o Todo. Há vertentes de Wicca que consideram a Deusa completa em si mesma, e outras que enfatizam a crença e culto na polaridade. Não há posturas certas nem erradas, ambas expressam crenças diversas dentro da mesma religião e cada praticante escolhe a de sua preferência.

Os rituais são realizados no interior de um Círculo Mágico, que é traçado de forma ritualística, após a limpeza e consagração do local, que em geral é realizado em casa ou em pequenos espaços como quartos, salas, quintais etc. Adaptando-se à modernidade quanto aos problemas para ter acesso a um lugar de maior contato com a Natureza, e até à falta de segurança. Preces ao Deus e à Deusa são proferidas, a evocação dos Guardiões dos pontos cardeais é realizada e muitas vezes são feitos feitiços adequados ao rito em condução (o qual é o ponto focal da celebração), e então é realizado o Cone de Poder, que concentra e envia as energias do círculo até o objetivo almejado por todos. Ao final, é tradicional a partilha de pão e vinho em certos rituais e celebrações.

A maioria dos wiccanianos usa um conjunto de instrumentos de altar em seus rituais. Esses instrumentos incluem, dentre infinitos outros, vassouras, caldeirões, cálices, bastões, athames (um espécie de adaga ou punhal, que não é usado para sacrifícios de qualquer espécie), facas (bolline, usada para cortar ervas, flores, e gravar símbolos e velas), velas, incensos, etc. Representações da Deusa e do Deus são também comuns, seja de forma direta, representativa, simbólica ou abstrata, e são mais usados os símbolos do Cálice para a Deusa, que é o símbolo de seu útero, e o Athame para o Deus, que é a representação de seu falo. Os instrumentos são apenas isso, instrumentos, e não têm poderes próprios ou inerentes. Apesar disso, são normalmente dedicados ou "carregados" com um propósito específico, e usados apenas nesse contexto. É considerado extremamente rude tocar os instrumentos de um bruxo ou bruxa sem sua permissão.

O pentáculo - um pentagrama, estrela de cinco pontas, inscrito em um círculo - é um dos símbolos mais utilizados por praticantes para representar sua fé. É usado para representar 5 elementos componentes da natureza:

 Os quatro elementos clássicos - terra, ar, água e fogo - mais o espírito (às vezes chamado de akasha ou éter). Muitos Gardnerianos, no entanto, contestam essa atribuição. E quando às vezes utilizado de cabeça para baixo, é atribuído ao Deus Cornífero.

Os praticantes acreditam que cada um deve cultuar a(s) divindade(s) à sua própria maneira. Sem imposições ou leis escritas, mas com consciência em relação à cidadania, à auto-estima e à preservação ambiental, repudiando qualquer forma de preconceito e proselitismo, e incentivando a igualdade de gênero e a liberdade sexual.

A Wicca tem, como leis comuns, a Lei Tríplice, que dita a regra: "tudo o que fizeres voltará em triplo de volta para ti" (tanto de bom quanto de ruim) e a Wiccan Rede que dita: "Faça o que quiseres, desde que nada nem ninguem prejudiques" ou popularmente repetido como "Faça o que queres, desde que não prejudiques nem a nada nem a ninguém, nem a si próprio". A primeira ilustra bem a importância do número 3 em sua filosofia, também exemplificada nos aspectos da Deusa Mãe (Donzela, Mãe e Anciã), e nos três graus iniciáticos de algumas tradições.

 Nomes Mágicos

Os praticantes da Wicca, quando passam pelo ritual de iniciação na religião, ao se apresentarem aos Deuses, se apresentam com o nome dito "mágico" que será de conhecimento dele mesmo e dos Deuses.

Mas também ganham um novo nome, diferente do apresentado aos Deuses, ao entrarem em um Coven, para ser chamado assim dentro do grupo e/ou dentro da comunidade Pagã; alguns preferem usar um outro nome para ser conhecido entre outros Pagãos, diferente dos outros dois, o do Coven e o apresentado aos Deuses.

Alta Sacerdotisa

A Alta Sacerdotisa é uma mulher que já alcançou o terceiro grau dentro de um Coven, onde ela é a autoridade mais importante.

 Alto Sacerdote

O Alto Sacerdote desempenha o papel de líder do Coven junto à Alta Sacerdotisa.



Bibliografia

BUCKLAND, Raymond. Wicca: Um estilo de vida, Religião e Arte: Nova Era, 2003. - 196 p.
CERRIDWEN, Mavesper Cy. Wicca Brasil: Guia de Rituais das Deusas Brasileiras. São Paulo: Gaia, 2003. 235 p. (ISBN 8575550209)
CUNNINGHAM, Scott. Vivendo a Wicca: Guia Avançado para o Praticante Solitário. São Paulo: Gaia, 2002. 203 p. (ISBN 8575550012)
DANIELS, Estele & TUITEAN, Paul. Wicca Essencial. São Paulo: Pensamento, 2002. 387 p. (ISBN 8531513375)
GARDNER, Gerald. A Bruxaria Hoje. São Paulo: Madras, 2003. 149 p. (ISBN 8573747293)
GRIMASSI, Raven. Enciclopédia de Wicca e Bruxaria. São Paulo: Gaia, 2004. 320 p. (ISBN 8575550330)
GRIMASSI, Raven. Mistérios Wiccanos: Antigas Origens e Ensinamentos, Os. São Paulo: Gaia, 2001. 283 p. (ISBN 8585351780)
MARTINEZ, Mario. Wicca Gardneriana. São Paulo: Gaia, 2005. - (Coleção Além da Lenda). 185 p. (ISBN 85-7555-068-3)
MILLENNIUM, Wicca-A Bruxaria Saindo das Sombras - São Paulo: Madras, 2004. - (Bruxaria). 192 p. (ISBN 85-7374-920-0)
PRIETTO, Claudiney. Wicca: a Religião da Deusa. São Paulo: Gaia, 2001. 301 p. (ISBN 8585351845)
PRIETTO, Claudiney. Wicca: Ritos e Mistérios da Bruxaria Moderna. São Paulo: Germinal, 1999. 203 p. (ISBN 8586439053)
SHEBA, Lady. Livro das Sombras: os Rituais Sagrados dos Wicca, O. São Paulo: Madras, 2002. 134p (ISBN 8573745150)

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O Espelho nas Artes Magicas

No movimento da bruxaria moderna os espelhos se tornaram um tanto omitidos, geralmente considerados somente como objetos de especulação, na maioria os negros. Neste pequeno artigo espero cobrir as muitas virtudes do espelho e seus usos nas artes de bruxaria, de forma que outros possam novamente perceber seu potencial como objetos mágicos por excelência.
A chave da virtude do espelho é o reflexo, mas de uma natureza muito além da vaidade e do narcisismo, sendo esta última palavra derivada do mito de Narciso, que caiu tolamente na atração mágica do reflexo da água. O reflexo “captura” algo daquilo que se reflete, o que é a base da noção antiga de que espelhos “capturam a alma”. Porém, além de capturar ou receber, sua virtude também reflete ou projeta externamente; este é o princípio oculto trabalhado nos atos de magia de espelhos.

Os primeiros espelhos da terra, tais como lagos e lagoas, ou “Espelhos de Diana” (Frazer, 1993), são ainda usados nas antigas práticas mágicas. Estes corpos de água possuem certa qualidade de atração, como Narciso, voltando às águas amnióticas da Mãe, atraindo-nos ao nosso sepulcro de água. Muitos dos corpos de água são rios “famintos” que coletam seu tributo com cada vítima afogada e antigamente os homens faziam sacrifícios à estas águas, para evitar perdas indesejadas. Mais tarde, espelhos eram feitos de cobre polido, o que têm correspondência com a Dama Vênus. Realmente o símbolo planetário de Vênus é um espelho de mão e, como Vênus, a sereia folclórica surge da espuma segurando seu espelho e pente. O pente representa os órgãos sexuais femininos, e intrigantemente, a palavra grega “kteis” e a latina “pectin” significam simultaneamente pente e vulva.

Do espelho de Vênus o mundo das formas é nascido, revelando o espelho como um objeto mágico que traz as coisas ao nosso mundo. Reciprocamente, ele pega coisas de fora do mundo. Em conseqüência, dentro deste espelho-nume, o corpo simbólico da Deusa, encontramos o início e o fim da criação; olhar para dentro dele é ver e saber tudo o que Ela viu no amanhecer dos tempos propriamente; é a revelação. Como a revelação é a verdade, pois ela não pode mentir, o espelho reflete as coisas como elas de fato são, e através disto é possível conhecer verdadeiramente a si próprio, tornando-se um espelho que reflete a Luz Interna.

Espelhos de vidro, como a água, são claros e reflexivos. O folclore revela o vidro tanto mágico quanto pertencente ao “Outro Mundo” e, conseqüentemente, o castelo espiral de Taliesin, e na literatura, o “espelho de vidro” pelo qual Alice entra em outro mundo. O Outro Mundo foi longamente associado ao vidro, à água, à morte e à condição do espírito. Até hoje “vítreo” é usado para denotar o frio sem vida, como por exemplo, o olhar fixo vítreo do cadáver. Igualmente, a quebra de um espelho tem a longa tradição de ser um arauto da morte e do infortúnio, sendo o posterior um presságio específico da morte no mar.

Além dos espelhos dos homens, há o grande espelho nos céus, pois nossa lua, não possuindo luz própria, recebe e reflete os raios solares; o grau de reflexão resulta em suas fases. Conseqüentemente, a luz solar desliza através da face da lua, que preenchendo este tradicional corpo feminino com raios masculinos, evoca noções de fertilidade; deste modo, a crença tradicional de que o período da lua cheia represente um período de realizações, a união do óvulo e esperma. Porém, existe outro mito trabalhando aqui, um não tão exposto na volumosa literatura moderna, que é a antiga crença popular apócrifa no aprisionamento de Caim na lua.

Neste mito Caim se torna o “Homem na Lua”, evocando a antiga lenda romani, do cigano forjador que se senta sobre a lua crescente, trabalhando com seu martelo e pinças: Caim teria ensinado para Tubal Caim a arte dos forjadores. Em alguns clãs de bruxos tradicionais, Caim é considerado como um avatar do deus das bruxas, o “portador da luz”. O mito do Homem na Lua significa a luz solar “capturada” na lua, isto é, sua “alma” é encarcerada no corpo da lua (“a javali voraz”). Isto alude à esfera lunar como um espelho capturador de almas, inchando com as almas dos mortos, adicionalmente evocando ao mito poético no qual o Velho Deus invernal manda para o castelo da Rainha para aguardar o renascimento.

Neste ponto vale a pena considerar Losna, um espírito gravado em um antigo espelho etrusco mencionado por Charles Godfrey Leland. Ele relata que ela é “do sol e da lua” - ambos, não somente da lua, e é “peculiarmente associada com o espelho, como um objeto mágico”. Leland observa que os etruscos acreditavam que estes espelhos continham poderes mágicos e de que eram bons defletores de magia maligna, retornando o “olho do mal” a ele mesmo. Ele também relata como estes “bruxos” supõem a isto, quando “um irmão debocha de sua irmã, é sempre obra dela”, e assim, recordando a sedução de Lúcifer à sua irmã, a deusa da lua, Diana (Leland 1899), e a antiga crença irlandesa de que o Homem na Lua é o sol, encarcerado por seduzir sua irmã.

Nesta confluência solar-lunar descobrimos como o espelho se relaciona as forças opostas, pois, como a lua, ele recebe e projeta raios de luz. Além disso, espelhos refletem alturas como profundezas e vice-versa, os dois mundos se tornam reflexos um do outro, e conseqüentemente o antigo axioma oculto. Isto nos conta da relação entre causa e expressão, ou oculto e revelado, por meio do qual o espelho é entendido como um portal “pelo qual algo entra no mundo” (Cochrane 2002). Isto é rememorativo às nuances do “Espelho de Vênus” e é o princípio trabalhado quando se “Atrai a Lua Para Baixo”.

Dentro da fórmula operativa de se “Atrair a Lua Para Baixo”, encontramos uma seqüência comum conectando o rito moonraker[1] de Cecil Williamson, e com o houzel[2] de Robert Cochrane (Heselton, 1997). Ambos captam o luar em uma superfície refletiva para capturar sua virtude ou alma, e deste modo assegurar os poderes da Musa ao lado dos de Caim. O poder é literalmente “trazido à Terra”, trabalhando o mito da deusa caída, que desce para se acasalar com o Senhor do Mundo, dando à luz a Criança Mágica. Em termos gnósticos, ela é Sophia que, como Diana, cria, revela, e desce à Terra como “prostituta” e é restaurada.

Mas para qual finalidade a lua é atraída e a água carregada? No rito moonraker é a pura magia operativa pela qual a lua é atraída em um espelho de cabo deitado sobre uma bacia de cobre cheia da urina do cliente e posta para boiar em uma piscina ou lagoa, usando o moonraker para enviar o desejo para a bacia. No houzel estamos olhando para algo de uma natureza mística. Primeiramente, o houzel é um sacramento, o sol e a luz da lua captados em uma taça como uma “substituição” moderna ao intercurso sexual, através da qual os velhos ritos de prostituição nos templos foram transportados para a bússola das bruxas. Isto lembra a união do Rei Vermelho e Rainha Branca no banho Real, a operação alquímica de “conjunção” associado ao cobre venéreo[3].

Ao usarmos espelho venéreo para atrair a lua cheia e o sol enlaçado na água, estamos trabalhando o princípio alquímico do casamento incestuoso que narra a morte e o renascimento. O Rei Vermelho (Sol) entra nas águas do banho, que são identificadas com as partes sexuais da Rainha Branca (Luna), somente para morrer. Isto relaciona a água como dissolução e morte. Subseqüentemente, o Rei Vermelho renasce de Luna, trabalhando o princípio da água como fluido amniótico, que é o Filho Chifrudo nascido de seu casamento sagrado. Paradoxalmente, a Criança Mágica é o Rei vermelho propriamente, isto é, ele copula com a Rainha Branca que dá a vida a ele através do nascimento.

Isto nos recorda acerca dos mitos da união incestuosa do sol e da lua. De acordo com algumas filosofias ocultas, a lua é considerada como desdobrada em três, consistindo em uma mãe, um homem adulto e uma criança, então o destino desta criança é ser cônjuge de sua mãe. Tal tríade lunar alude aos Gêmeos Divinos que lutam pela honra de sua mãe e nos conta como o Fogo, a criação da Noite, se une àquilo que lhe dá a luz. Aplicando esta “filosofia” ao houzel, entendemos que ambos, a lua e o sol, são atraídos para a água resultando em um ato de sexo e morte árida. Isto é ritualmente realizado pelo punhal sendo colocando dentro da taça, ou seja, o falo que entra na vulva, e o punhal que entra no rei sacrificado. As águas então se tornam a “Aqua Vitae”, e são administradas ao coven para trazer a transformação e a evolução do espírito, conforme a natureza dos mistérios femininos, isto é vida-amor-morte-sabedoria como encarnados pelo Caldeirão-Taça.

Pondo estes ritos de lado, vale a pena considerar que reflexão significa refletir (N.T.: Muse) ou meditar (N.T.: meditate) sobre algo; sendo as Musas (N.T.: seres que inspiram, Muses) lunares e a meditação, que se deriva do latim “meditare”, refletir. (Heselton, 1997). É em tais estados pensativos que a natureza é lida e influenciada, que são aspectos passivos/receptivos e ativos/projetivos do espelho. Conseqüentemente, o espelho é geralmente visto como simbólico do “Terceiro Olho” que tudo vê e que soluciona toda dualidade, o olho projetor que é a base da fascinação. Isto é também associado ao bruxo-mestre asteca Tezcatlipoca, cujo título principal significa espelho “esfumaçado” ou “ígneo”. É dentro de seu espelho negro de obsidiana que ele lança seu olho sobre toda a criação (Spence).

Robert Cochrane refere a este “olho” como um dos dois espelhos que conhece, “um a Senhora segura por um velho pedaço de madeira, e o outro está entre os meus olhos”, sendo que este último fala “das Marés que ainda estão por vir” (2002). Robert Graves, ao descrever a Deusa, também menciona este “espelho entre os olhos”... “e no meio de sua fronte havia um pequeno círculo claro, como um espelho, ou bastante semelhante à lua pela luz que lançava; e era suspenso por serpentes em ambos os lados que pareciam se erguer dos sulcos da Terra...” (1948). Porém, nas antigas crenças mexicanas era Tezcatlipoca, o bruxo-mestre noturno que assombrava as encruzilhadas que vestia o símbolo da noite em sua testa, reinando tanto sobre a noite quanto sobre a lua. Esta associação entre “a Visão” e o espelho é adicionalmente evidenciada na prática tradicional de “scrying” através da luz enfraquecida da lua cheia.

De todos os “espelhos” usados como speculums, é de relevância particular aqui uma prática recontada por Doreen Valiente, na qual um caldeirão é cheio com a água e uma moeda de prata é colocada dentro dele, como um foco para induzir habilidades mânticas (Valiente 1978). Isto ecoa com a velha prática onde uma pessoa permanece voltada de costas para a lua, observando seu reflexo enquanto esta se movia através da superfície tranqüila de uma lagoa. Adicionalmente, no tempo das honras às práticas de scrying, antes de olhar no espelho, a bruxa permaneceria com suas costas para a lua e mostraria seu espelho a ela.

Além de procurar resposta neles, as bruxas usavam espelhos para conjurar espíritos e familiares, para os quais pedidos eram feitos, então eles se tornavam uma entrada para o Outro Mundo. A crença popular é que espíritos de mortos podem ser vistos dentro de espelhos, deste modo, explica o costume supersticioso de cobri-los no momento da morte (Opie e Tatum, 1989). A chave para a associação entre espelhos, o Outro Mundo, a lua e os espíritos ancestrais podem ser encontrados na luz da lua minguante. Sua fraca luminosidade não só encontra a correlação com o tom do leite materno, mas também com o tom pálido do cadáver, sendo estes a luz e as faces pálidas da Deusa.

O espelho também costumava chamar o Diabo, e conseqüentemente havia aquela antiga proibição feita às jovens donzelas que evitassem perder muito tempo olhando para os seus próprios reflexos, “para que o Diabo não apareça” (ibid). O “Diabo no espelho” é rememorativo ao “Caim na lua”. O Velho Bode certamente apareceria através do instrumento de sua amada, seja de água ou vidro, pois é através do “espelho” da Senhora da Natureza que o Senhor do Mundo e toda a sua criação é nascida (conseqüentemente exibido como o “espelho do desejo” do Homem na Lua, que pertencia à Cecil Williamson, ex-proprietário do museu de bruxaria em Boscastle, Cornwall).

Outra prática tradicional de bruxas é a projeção do “fetch” (o duplo espiritual da bruxa) no espelho, ou reino semi-oculto da lua, para buscar respostas e poderes, embora lagos e fontes sejam igualmente empregados. Um método de projetar o fetch que trabalha no princípio de externalização é vagarosamente transferir a consciência para o reflexo até que se possa re-posicionar na “imagem do espelho”, que é o companheiro de caminhada fetch, fantasmagórico ou duplo espiritual, ou “doppelganger”, isto é, o espírito humano “que assombra”. Isto se relaciona com a antiga crença de que reflexos são os espíritos internos das pessoas que se refletem. Não ver nenhum reflexo pressagia a morte imanente da alma que já partiu, isto é, o corpo literalmente “desistiu para o fantasma” (lembram da lenda de que Vampiros não têm reflexo?). É seguro que enquanto externalizado, ou “pego” no speculum, o corpo astral pode ser atacado e os danos transferidos para o hospedeiro corpóreo.

Em meio a muitas outras facetas da “reflexão”, está a forma que “retrocede as coisas nelas mesmas”. Duas aplicações desta doutrina são familiares à maioria dos ocultistas - a espelho que deflete e a caixa com tampa de espelho. Os espelhos também concedem benefícios, conseqüentemente os muitos presentes que surgiram dos lagos, inclusive Excalibur (sendo a Senhora do Lago evocativa à sereia venérea), do povo das fadas e dos grimórios. Estes são presentes de poder, sustentação e sabedoria do caldeirão da Dama do mundo subterrâneo. Este é o espelho como um útero, ou entrada mágica, e ainda assim locais também podem cumprir esta função, e Graves (1948) e Cochrane (2002) notaram como o panorama do solo de Stonehenge e Glastonbury são semelhantes à imagem de um espelho de mão.

Finalmente, vale a pena considerar que espelhos refletem a luz da lua e a luz do sol. Duas práticas que saltam à mente são as recontadas por Paul Huson e Cecil Williamson. Este último observa que o espelho pode ser usado para refletir a luz solar sobre uma pessoa, que ele considerava ser um método de maldição, comparando a dança de luz para um espírito. Este é o povo e raça de Diana (as fadas), que são raios da lua (Leland, 1899). Huson enfoca o uso do espelho para iluminar o fogo do Sabbat, que está “atraindo o sol para baixo” (1970) e infundindo-o com a virtude solar, e deste modo, evocando o Fogo que queima através de toda a criação e então, unindo todos os seres vivos.

Embora eu só tenha falado sobre os muitos mistérios do espelho neste artigo, espero ter inspirado a outros para que explorem a vasta sabedoria deste objeto tão freqüentemente negligenciado, e a experimentarem algumas de suas muitas aplicações. Também espero que através de tal reflexão fixa e experimentação ativa, alguns dos mais profundos mistérios e práticas da bruxaria possam ser revelados, pois qual é o uso de qualquer coisa que não sirva para fazer progredir no caminho da sabedoria?



Bibliografia e referências: “The Golden Bough: A Study in Magic & Religion”, Sir James Frazer (Wordsworth Edition, 1993), “Aradia: The Gospel of the Witches”, Charles Godfrey Leland (1899, Phoenix Publishing Inc. USA, edition 1999), “Etruscan Roman Remains”, Charles Godfrey Leland (1842, Phoenix Publishing Inc USA edition, 1999), “The Robert Cochrane Letters: An Insight into Modern Traditional Witchcraft”, Robert Cochrane with Evan John Jones. Editado e introduzido por Michael Howard (Capall Bann, 2002), “Mirrors of Magic: Evoking the Spirit of the Dewponds”, Philip Heselton (Capall Bann, 1997), “The Magic & Mysteries of Mexico”, Lewis Spence (Rider & Co n.d.), “The White Goddess”, Robert Graves (Faber & Faber, 1948), “Witchcraft for Tomorrow”, Doreen Valiente (Robert Hale, 1978), “A Dictionary of Superstitions”, Editado por Iona Opie e Moira Tatem (Oxford University Press, 1989), “Mastering Witchcraft: A Practical Guide for Witches, Warlocks and Covens”, Paul Huson (Rupert Hart-Davies, 1970) e “Oxford Dictionary of Folklore”, J. Simpson and S. Roud (Oxford University Press, 2000).
by Martin Duffy


Notas:
[1] Nota da Tradução: O termo “Moonraker” é proveniente de uma antiga lenda folclórica de Wiltshire, onde dois homens locais tomam parte em um contrabando de conhaque e escondem o barril perto de uma lagoa. Quando voltaram para recuperar o contrabando, foram pegos em flagrante, mas eles alegam naquele momento que estão usando seus ancinhos tentando coletar o queijo da lagoa, o reflexo da lua. O fiscal, divertido pelas alegações daqueles rústicos aparentemente sinceros, deixou o assunto de lado.

[2] Houzel, (inglês arcaico) – O ato de administrar ou receber a Eucaristia.

(3] ‘Venéreo’, relativo à Vênus.
[Artigo publicado na revista “O Caldeirão”, edição brasileira.]

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Elfos - Elf


Elfo

Um elfo é uma criatura da mitologia germânica.
Os elfos eram originalmente imaginados como uma raça de natureza menor e deuses da fertilidade, que muitas vezes são retratados como jovens, homens e mulheres de grande beleza vivendo em florestas e locais subterrâneos, cavernas, ou em poços e nascentes. Eles foram retratados como seres com vida de longa duração ou imortais e como seres com poderes mágicos.

Mitologia Nórdica - Deus Frey , o Senhor da luz - O Senhor dos Elfos

O herói Völundr governante "dos Elfos" ( álfar), às vezes pensavam-se serem anões, apelidados de "elfos negros" (dökkálfar).
O mais antiga e conservada descrição dos duendes(Élfs) vem da mitologia nórdica.
Em Old Norse são chamados álfar singular, caso nominativo: Álfr).



  Tribos germânicas, e não se limita unicamente aos escandinavos antigos.
Na sua forma contemporânea  a aparência dos seres etimologicamente relacionados a álfar em anteriores e posteriores folclores sugere fortemente que a crença em elfos era comum entre todas as terras nórdicas.
Embora o conceito em si nunca esteve claramente definida em fontes exatas, os elfos parecem ter sido concebido como seres humanos poderosos, belíssimos e de porte. Os mitos sobre os elfos nunca foram gravados.
 Homens famosos poderiam ser elevado à categoria de elfos após a morte, como o exemplo do rei mesquinho Olaf Geirstad - Elf da Noruega. O herói ferreiro Völundr é identificado como "Soberano dos Elfos" (visi Alfa) e "Um entre (os elfos Alfa ljóði), no poema Völundarkvioa, cuja introdução em prosa mais tarde também o identifica como o filho de um rei de 'finnar ', um povo Artico respeitado por sua magia xamânica (o mais provável, os povos Sami).
Na Saga do Thidrek  em que uma rainha humana é surpreendida ao saber que o amante que a engravidou é um elfo e não um homem. Na saga de Hrolf Kraki um rei chamado Helgi estupra e engravida uma mulher - Elfa vestida de seda ,que é a mulher mais bonita que ele já hávia visto.
Foi portanto, possível o cruzamento entre "Elfos e Humanos", na crença da Old Norse.
 A rainha humana que tinha um amante élfico gerou o herói Högni, e o elfo-mulher que foi estuprada por Helgi furo. Skuld, que se casou com Hjörvard, Hrófr Kraki. A saga de Hrolf Kraki acrescenta que Skuld era meia - elfo. Ela era muito hábil em bruxaria seird, seior, (pronúncia Seirde) e isto a tal ponto que era quase invencível em batalhas. Quando seus guerreiros caíram, ela fez subir ressuscitar e novamente continuar lutando. A única forma de derrotá-la era capturá-la antes que ela pudesse convocar seus exércitos, que incluíam guerreiros elfos. Eles também são encontrados no Heimskringla e em A Saga de Thostein, o FilhoViking de uma linhagem de reis locais que governou Alfheim, correspondente à moderna província sueca Bohuslän e a norueguesa província Ostfold, e por possuir o sangue élfico, fazia com que fosse muito mais bonito, agil e forte do que a maioria dos homens.


A terra governada pelo Rei Alf foi chamado Alfheim, e todos os seus descendentes estão relacionados com os elfos. Eles foram mais justos do que qualquer outro povo ...
Para além destes aspectos humanos, eles são geralmente descritos como seres semi-divinos ou semi- deuses, associados à fertilidade e ao culto dos antepassados. A noção de elfos, assim aparece semelhante à crença animista em espíritos da natureza e dos mortos, comum a quase todas essas as religiões humanas, isto também é válido para a crença em Old Norse dísis, fylgjur e vöroar ( "seguidor" e "diretor" espíritos, respectivamente).


 Como espíritos, os elfos não estavam ligados por limitações físicas e pode atravessar paredes e portas em forma de fantasmas, que acontece em Norna- Gests pàttr. Diz-se que os elfos são o equivalente germânico as ninfas do grego e da mitologia romana e Vili e Rusalkas da mitologia eslava.
 O mitógrafo e historiador islandês Snorri Sturluson referindo os anões Dvengar como "dark-elfos" dökkàlfar ou  ou "elfos-negros" svartálfar, mas se isso reflete a crença mais escandinava e medieval e é incerta. Ele se refere a outros elfos como "elfos luminosos" ljósalfar, que tem sido muitas vezes associado com a conexão dos elfos com deus Freyr, o deus do sol (de acordo com Grímnismál.
Edda: Snorri descreve as diferenças elf como seguem:
As pessoas que lá vivem são chamados os elfos de luz (ljósalfar). Mas os elfos negros (Dökkálfar) vivem abaixo da terra, e eles são diferentes na aparência.Os elfos de luz são mais brilhante que o sol na aparência, mas os elfos escuros são mais negros do que o betume e são invisíveis nas sombras " (Snorri, Gylfaginning17, Prose Edda) (Snorri,Gylfaginning 17, Prose Edda).

"Sá er einn staðr þar, er kallaðr er Álfheimr. Þar byggvir fólk þat, er Ljósálfar heita, en Dökkálfar búa niðri í jörðu, ok eru þeir ólíkir þeim sýnum ok miklu ólíkari reyndum. Ljósálfar eru fegri en sól sýnum, en Dökkálfar eru svartari en bik." "Sá er einn staðr þar, er er kallaðr Álfheim. Þat fólk Þar Byggvir, er heita ljósalfar, en Dökkálfar bua niðri í jörðu, ok eru þeir ólíkir SYNUM tengt ok miklu reyndum ólíkari. Ljósalfar eru fegri en SYNUM sól, en Dökkálfar eru svartari en bik.
Alguns estudiosos compararam os elfos ao Vanir (deuses da fertilidade). Mas no Alvíssmál ( "The Secret of All-Wise"), os elfos são considerados distintos de ambos os Vanir e os Aesir, como revelado por uma série de nomes comparativos em que Æsir, Vanir e elfos são dadas as suas próprias versões para várias palavras em um reflexo de suas preferências individuais racial. É possível que a expressão designa uma diferença de estatuto entre os principais deuses da fertilidade (os Vanir) e os menores (os elfos). Grímnismál relata que o "Frey" Van era o senhor da Álfheim (que significa "ELF-mundo"), o casa da luz-elfos. Lokasenna relata que um grande grupo de Æsir e elfos se reuniram na Aegir 'na sala do tribunal para banquetes. Várias forças menores, como servos dos deuses, são apresentados como Byrggvir e Beyla, que pertencia a Freyr, o senhor dos elfos, e eles foram provavelmente os elfos, já que não foram contados entre os deuses. Dois outros servos mencionados foram Fimafeng (que foi assassinado por Loki e Eldir.


  Alguns especulam que Vanir e elfos pertencem a uma anterior religião nórdica da Idade do Bronze da Escandinavia, e mais tarde foram substituídos pelos Æsir como deuses principais.
Outros (principalmente Georges Dumézil) argumentam que os Vanir eram os deuses dos noruegueses comuns , os Æsir de castas de guerreiros . Em um poema de cerca de 1020, a sua obra Austrfaravísur
( "Eastern jornada de versos") do Sigvay Thordarson, menciona que por um conselho cristão, ele foi proibido de entrar em um lar pagão, na Suécia, porque um álfablót ( "sacrifício aos elfos") estava sendo realizado lá. No entanto, nós não temos nenhuma informação confiável a respeito do que um (álfablót) estar envolvido, mas como um ritual que provavelmente incluía a oferta de alimentos e o folclore Escandinavo mais tarde manteve uma tradição de sacrificar deleites para os elfos,(carnes assadas, pães, bolos e frutas). Na época do ano perto do (equinócio de outono) e a associação dos elfos com a fertilidade e com os antepassados. Podemos supor que ela tinha a ver com o culto dos antepassados e a força de vida da família.

Acreditavam que oferendas aos Elfos eram capazes de curar feridas e outras doenças muito graves.
Escandinavia. No folclore escandinavo, que é uma mistura depois da mitologia nórdica e elementos da mitologoa cristã, um elfo é chamado Elver em dinamarquês, ALV em norueguês, e alv ou Alva em sueco (o primeiro é masculino, o segundo feminino). As expressões norueguêsas raramente aparecem no folclore genuíno, e quando o fazem, eles são sempre usados sinônimo de Huldrefolk ou Vetter, uma categoria de seres habitando o interior da terra geralmente considerada mais relacionada com os anões nórdicos que os elfos que é comparável ao huldufólk Islandês .


 Na Dinamarca e Suécia, os elfos aparecem como seres distintos da Vetter, embora a fronteira entre eles é difusa.Os insetos alados fadas no folclore britânico são freqüentemente chamados de "Alvor" em sueco moderno ou "alfer" em dinamarquês, embora a tradução correta é "feer". Na mesma linha, o alf encontrada no conto de fadas . A Elfo da Rosa pelo autor dinamarquês H. C. Andersen é tão pequena que ele pode ter uma rosa como casa, e tem "asas que alcançam do seus ombros a seus pés". Os elfos, nesta história são mais semelhantes aos do folclore dinamarquês tradicionais, que eram mulheres bonitas, que vivem em morros e encostas, capaz de dançar para um homem até a sua morte.
Como o huldra na Noruega e na Suécia, elas são ocas quando vistas de trás.
A Cruz Élfica era uma cruz no formato entrelaçado tradicional celta, feita de ferro que afastava os Elfos malévolos. O "Cross Elf" .
Os elfos da mitologia nórdica sobreviveram no folclore principalmente as fêmeas, que vivem em colinas e montes de pedras .
O Alvor sueco (sing. Alva) são belíssimas meninas que viviam na floresta com um rei élfico. Eles eram imortais e despreocupadas vivendo na natureza.
 Os elfos são geralmente retratada como cabelos louros,olhos claros e brilhantes, vestido de seda branca, com ricos adornos em prata e cristais.



E como a maioria das criaturas do folclore escandinavo, desagradáveis quando ofendidas.
Nas histórias em que muitas vezes são culpados de enviarem doenças e espíritos maléficos. O mais comum, embora também na maioria dos casos eram acusados de causar inofensivas ,mas irritantes erupções na pele, que foram chamados älvablåst (golpe élfico) e poderia ser curada por um unguento feito de trevos de quatro folhas. Alguém poderia apaziguar os elfos, oferecendo-lhes um alimentos como, (manteiga, mel, bolos de frutas secas de preferência) colocado em uma raiz de uma grande árvore como (álfablót).
A fim de proteger-se contra os duendes malévolos, os escandinavos poderia usar a chamado cross Elf (Alfkors, Älvkors ou Ellakors), que foi esculpida em edifícios ou outros objetos na época.


 A existência de outra formas, era um pentagrama e era ainda frequentemente utilizados no início do século 20 Suécia pintadas ou esculpidas em portas, paredes e utensílios domésticos, a fim de proteger contra os elfos. Como o nome sugere, os elfos eram vistos como um perigo potencial contra pessoas e animais.
A segunda forma foi uma simples cruz esculpida em uma placa de prata ou ferro redondo ou oblongo.
 Uma outra cruz era usado como um pingente num colar e para ter magia suficiente tinha que ser forjada durante três noites com prata de nove fontes diferentes de prata herdada.
Em alguns locais, também tinha que estar no altar de uma igreja durante três domingos .Os elfos podiam ser vistos a dançar sobre os prados, particularmente à noite e nas manhãs de neblina. . Eles deixaram uma espécie de círculo onde haviam dançado, que foram chamados älvdanser (danças Elf) ou älvringar (círculos dos elf), e urinar em um poderia causar doenças venéreas. Normalmente, os círculos elf foram (anéis de fada) compostos por um anel de cogumelos pequenos, mas havia também um outro tipo de círculo elf:
Às margens do lago, onde a floresta encontra o lago, você poderá encontrar círculos. Eles eram os lugares onde a grama rodada foi aplainado como um piso. Elfos tinha dançado lá. Pode ser perigoso e pode ficar doente se tivesse pisado no lugar ou se há uma coisa destruída nele.Se um ser humano assistiu a dança dos elfos, ele iria descobrir que, apesar de parecer que foram apenas algumas horas ,haviam se passado, muitos anos no mundo real. Tem também um paralelo remoto no Sídhe irlandês. Numa canção a partir do final da idade média sobre Olaf Liljekrans, a rainha élfica convida para dançar .Ele se recusa, ele sabe o que vai acontecer se ele se unir a dança e ele está a caminho de casa para o seu próprio casamento. A rainha lhe oferece presentes, mas ele recusa.Ela ameaça matá-lo se ele não participar, mas ele foge e morre de doença, sobrada sobre ele.E sua jovem noiva morre de um coração partido. No conto popular sueco "Little Rosa e Leda Long", uma mulher élfica (älvakvinna) chega no fim e salva a heroína, Little Rose, na condição de que o gado do rei já não pastam em seu monte. Ela é descrita como uma mulher bonita por pessoas de idade e seu aspecto demonstrava que ela pertencia à reinos subterrâneos. Esses mitos e lendas de elfos que são tão popular entre os escandinavos, são bastante costumeiros na sua vida quotidiana. Muitos ainda acreditam nesta existência do "povo oculto", e muitas vezes saem de maneira suave ao campos,para não perturbar estas criaturas. Por exemplo, nos arredores de Reykjavik, na Islândia, uma partida de futebol foi chamado para uma parada, quando uma bola lançada foi fora do caminho podado, e parou junto a um sinal que marcava a casa de 3 elfos que acreditavam morar perto das pedras, onde o bola estava parada. Ao invés de recuperar a bola, o jogador optou por deixá-lo lá, a fim de evitar a perturbação dos elfos.


 Islandês .Nativos da Islândia, quer acreditar em duendes ou não. Não estão dispostos a descartar sua existência. Vários islandeses acreditam em huldufólk ou "povo oculto", os elfos que habitam em formações rochosas. Se os nativos não assumem suas crenças, eles certamente são relutantes em expressar a descrença. Em 2006 e 2007, estudo sobre a superstição pela Universidade da Islândia, da Faculdade de Ciências Sociais supervisionado por Terry Gunnell (professor adjunto do folclore), revelam que nativos não excluem a existência de duendes, fadas, elfos e fantasmas (resultados de um inquérito semelhante 1974 pelo professor Erlendur Haraldsson, Frettabladid relatórios). Gunnel stated: Gunnel declarou: "islandeses parecem muito mais abertos a fenômenos como a sonhar com o futuro, pressentimentos, fantasmas e duendes do que outras nações." Seus resultados foram consistentes com um estudo semelhante realizado em 1974. Um episódio recente do "Sci-Fi Channel Destination Truth "levou a equipe de pesquisadores à Islândia para investigar o mito. Eles acharam que vários de seus dispositivos eletrônicos que avaliam, glitched, tenham mesmo sido empurrados ou virados. Alguns barulhos estranhos também foram ouvidos, tanto por eles, pessoalmente e através de um microfone parabólico. Alguns FVE (Fenômeno de Voz Eletrônica), também foi registrada. Globalmente, há imagens dos que elfos foram gravadas e que ninguém tinha visto nada parecido. As provas foram dadas como inconclusivas.
AlemãoOs elfos original alemão (Old alf Saxon; alb Médio Alto Alemão:, ALP; Elba plural, Elber; Old alb alto alemão, do século 13 são imaginadas para serem criaturas de luz no céu, que viveram durante a época do paganismo germânico , e pode ter incluído elfos negros ou anões subterrâneos (como é entendida a ser semelhante ao Álfr da antiga mitologia nórdica).

Na pós-folclore cristão, eles começaram a ser descrito como "brincalhões malicioso que pode causar a doença para o gado e as pessoas, e trazem maus sonhos para crianças travessas. A palavra alemã para pesadelo, Albtraum, significa "sonho elf". A forma arcaica Albdruck significa "pressão elf", acreditava-se que os pesadelos são o resultado de um elfo sentando no tórax do sonhador. Este aspecto do Elf na crença alemã corresponde em grande parte à crença escandinava nos mara. É também semelhante às lendas sobre íncubos e súcubos. Como mencionado acima, um rei élfico, ocasionalmente, aparece entre os elfos predominantemente sobre forma feminina na Dinamarca e Suécia. No meio alemão épico idade do Nibelungenlied, um anão chamado Alberich desempenhar um papel importante. Alberich traduz literalmente como "elf-soberano", contribuindo para a confusão, o elfo-anão já observado no Edda. Via Alberon o francês, o mesmo nome, entrou em Inglês como Oberon - rei dos elfos e fadas no Dream Shakespeare's A Midsummer Night's .
A lenda do Der Erlkönig parece ter se originado em tempos relativamente recentes na Dinamarca e Goethe com seu poema sobre "Erlkönigs Tochter" ( "Erlkönig's Daughter"), um trabalho dinamarquês traduzido em alemão, Johann Gottfried Herder.


 A natureza Erlkönig tem sido objeto de algum debate. O nome traduzido literalmente do alemão como "Alder King" ao invés de sua tradução comum Inglês, "Elf King" (o que seria processado como Elfenkönig em alemão). Tem sido freqüentemente sugerido que Erlkönig é uma má tradução do ellerkonge original dinamarquês ou elverkonge, que significa "ELF" rei.
Segundo o alemão e dinamarquês, o folclore, a Erlkönig aparece como um presságio de morte, bem como o banshee na mitologia irlandesa. Ao contrário do Banshee, no entanto, o Erlkönig aparecerá somente para a pessoa prestes a morrer. Sua forma de expressão e também dizer à pessoa que tipo de morte que terá: uma expressão de dor, uma morte dolorosa, uma manifestação pacífica, uma morte pacífica. Este aspecto da lenda foi imortalizada por Goethe no seu poema Der Erlkönig, mais tarde definida como música de Schubert.

Na primeira história do conto de fadas Brothers Grimm (Irmãos Grimm) Die Wichtelmänner, os protagonistas do título são duas manequins nuas, um sapateiro, que ajudam no seu trabalho. Mesmo Wichtelmänner são semelhantes aos seres, como kobolds, anões e duendes, o conto foi traduzido para o Inglês como "Os Elfos e o Sapateiro", e encontra eco em J.K .Rowling 's histórias de Harry Potter. Variações do duende do folclore alemão incluir o povo Moss e o frauen Weisse ( "mulheres brancas"). No último Jacob Grimm não faz uma associação direta com os elfos, mas outros pesquisadores veem uma possível ligação com os elfos de luz brilhante da Old Norse.


Inglês e Escocês
Victorian era ilustrador Richard Doyle descreve a visão tradicional de um duende do folclore posterior Inglês como uma floresta diminutivo de humanóide.
A palavra elf entrou em Inglês Moderno como a palavra Ælf Inglês Arcaico (pl. ælfe, com variantes regionais e cronológica, como ylfe e ælfen), e assim veio a Grã-Bretanha originalmente com a anglo-saxões. Palavras de ninfas de o grego e o romano mitos foram traduzidos por estudiosos anglo-saxão com Ælf e variações sobre ela.Embora nossas primeiras evidências em Inglês é leve, não há razões para pensar que os elfos anglo-saxão (ælfe) foram semelhantes aos primeiros elfos na mitologia nórdica: com aparência humana, de tamanho humano seres sobrenaturais, sobretudo se não exclusivamente do sexo masculino, capaz de ajudar ou prejudicando as pessoas que os encontrou.

 Em particular, o emparelhamento de Æsir e álfar encontrada na Edda Poética é espelhado no færstice Wið Inglês antigo charme e na ocorrência distintivo da OS cognato Ælf em palavras e nomes anglo-saxões pessoal (por exemplo, Oswald, Alfred .Em relação à beleza dos elfos nórdicos, alguma evidência adicional é dada pelo velho Inglês palavras como Aelfsciene (elf "bela"), usado de sedutoramente belas mulheres bíblica nos poemas Inglês Arcaico Judith e A Gênese. Embora elfos poderia ser considerados bonitos e seres potencialmente úteis em alguns setores da sociedade. No Inglês ao longo de sua história, a prova anglo-saxão também atesta a alinhamentos dos elfos com os demônios, como por exemplo, na linha 112 de Beowulf.


 Por outro lado, OAF é simplesmente uma variante da palavra Elf, provavelmente referindo-se inicialmente um changeling ou a alguém estupefacto por encantamento élfico.
Elf-shot (ou elf-bolt ou arrow-elf) é uma palavra encontrada na Escócia e norte da Inglaterra, primeiro atestado em um manuscrito sobre o último trimestre do século 16. Embora o primeiro atestado, no sentido de "dor aguda causada por elfos", que é posteriormente confirmada denotando seta de sílex Neolítico-cabeças, que por volta do século 17 parecem ter sido atribuído na região para élfica folk, e que eram utilizados em rituais de cura, e acusado de ser utilizado por bruxas (e talvez elfos) para ferir as pessoas e gado. Assim também um emaranhado nos cabelos foi chamado um elf-lock, como sendo causada pelo mal dos elfos, e às vezes era uma paralisia súbita atribuída a Elf. Compare com o seguinte excerto de uma ode 1750 por Willam Collins:
There every herd, by sad experience, knows Há cada rebanho, pela triste experiência, sabe
How, winged with fate, their elf-shot arrows fly, Como, alado com o destino, a sua elf-flechas voar,
When the sick ewe her summer food forgoes, Quando a ovelha doente renuncia a seu alimento de verão,
Or, stretched on earth, the heart-smit heifers lie Ou, estendido sobre a terra, o coração novilhas smit mentira.
O duende faz muitas aparições em baladas de Inglês e de origem escocesa, bem como contos populares, muitos envolvendo viagens para Elphame ou Elfland (o Alfheim da mitologia nórdica), um reino místico que às vezes é um lugar estranho e desagradável.

O elfo é ocasionalmente retratou em uma luz positiva, como a Rainha do Elphame no Thomas balada do Rhymer, mas existem muitos exemplos de elfos do personagem sinistro, freqüentemente curvados sobre estupro e assassinato, como no conto de Childe Rowland, ou o balada Lady Isabel e da Elf-Knight, no qual a Elf-Knight arribou Isabel de matá-la. A maioria dos casos de elfos nas baladas são do sexo masculino; o elfo apenas comumente encontradas feminino é a rainha da Terra dos Elfos, que aparece em Thomas o Rhymer e The Queen of Nourice Elfland's, no qual uma mulher é raptada para ser uma baba para o bebê da rainha , mas prometeu que ela poderia voltar para casa quando a criança fosse desmamada. Em nenhum desses casos é o personagem um elfo spritely ,mas duende com qualidades.
Contos Inglêses do início do período moderno comumente retratam elfos de estatura tão pequena, e com personalidades esquivas malignas. Eles não são maus, mas pode irritar os seres humanos ou interferir em seus assuntos . Eles são por vezes invisíveis. Nesta tradição, os elfos se tornou semelhante ao conceito de fadas.

Sucessivamente, o elfo palavra, bem como termo literário fairy, evoluiu para uma denotação geral dos espíritos da natureza diversas como Puck, duendes, Robin Goodfellow, o Inglês e o brownie escocês, o Northumbrian Inglês e assim por diante. Esses termos, como seus parentes em outras línguas europeias, já não são claramente distinguidos no folclore popular.
Significativa para o distanciamento do conceito de elfos desde as suas origens mitológicas foi a influência da literatura. Em Elizabethan Inglaterra, William Shakespeare imaginou elfos como pessoas minusculas. Ele aparentemente considerou duendes e fadas como sendo da mesma raça. Em Henry IV, parte 1, ato IV, cena II, ele tem apelo Falstaff Prince Henry, "você faminto, você elfskin!", E em seu Sonho de Uma Noite de Verão, os seus elfos são quase tão pequena como insetos. Por outro lado, Edmund Spenser aplica-elfo em tamanho natural para os seres em The Faerie Queene.
A influência de Shakespeare e Michael Drayton feito o uso de duende e fadas para os seres muito pequenos.Na literatura vitoriana, elfos geralmente apareceram em ilustrações de homens minúsculos e mulheres com orelhas pontiagudas . Um exemplo é Andrew Lang é conto de fadas Ninguém Princess (1884), ilustrado por Richard Doyle, onde as fadas são pessoas com pequenas asas de borboleta, enquanto que os elfos são pessoas pequenas com chapéus longos de pontas vermelhas.


 Houve exceções a esta regra, no entanto, como o de tamanho elfos que aparecem em Lord Dunsany 's The King of Elfland Daughter's, bem como do Norte Inglês e Escocês folclore Lowlands (como visto em contos como A Rainha dos Nourice Elfan's e outros variantes locais).
A cultura moderna Natal
Nos Estados Unidos, Canadá, o Reino Unido e Irlanda do folclore das crianças moderno de Papai Noel, normalmente inclui duendes diminutivo no Natal; verde-claros, elfos com orelhas pontudas, nariz comprido e chapéu pontudo como ajudantes de Papai Noel ou trabalhadores contratados. Eles fazem os brinquedos em uma oficina localizada no Pólo Norte. Neste retrato, elfos se assemelham um pouco a agilidade em versões dedicadas do anões da mitologia nórdica.


  A visão do duende de Natal pequeno mas astuto tem vindo a influenciar a concepção popular moderna
de elfos, e senta-se lado a lado com a fantasia elfos seguinte obra de Tolkien (Os Robbit's).
 A empresa americana Cookie Keebler há muito anunciado que os seus bolinhos são feitos por elfos em uma árvore oca, e Kellogg's, que acontece de agora ser o dono da Keebler, usa os duendes de Snap, Crackle e Pop como mascotes de arroz cereal Krispies, e o papel dos elfos como ajudantes de Papai Noel continua a ser popular, como evidenciado pelo sucesso do filme Elf. Refira-se que estes elfos são referidos como traquinas, em oposição aos elfos nobres.
Fantasia Moderna Elfos em jogos de fantasia e ficção
A primeira aparição da fantasia moderna elfos ocorreu em The King of Elfland Daughter's, um romance de 1924 por Lord Dunsany. O próximo trabalho moderno, com duendes foi "O Hobbit", livro de 1937, por J.R.R. Tolkien. Elfos desempenhou um papel importante em muitas das obras de Tolkien, nomeadamente "O Senhor dos Anéis. Escritos de Tolkien, que tem tal popularidade na década de 1960 e, posteriormente, elfos similares àquelas dos romances de Tolkien passoram a ser personagens não humanos em obras de fantasia e em papel fantasia-playing games.
Pós-elfos fantasia de Tolkien (popularizado pelo Dungeons & papel Dragons-playing game) tendem a ser mais bonito e mais sábio do que os seres humanos, com sentidos mais nítidas e percepções. Eles também dizem ser muito mais talentosos na magia e mais forte mentalmente, mas não fisicamente (embora este possa ser contestado, comparando os avanços humanos em tecnologia para a tecnologia um pouco rústico como o élfico. Elfos não tem barba, e foram considerados andróginos.









  No entanto, ultimamente, na maioria dos meios de comunicação, os elfos têm cabelos claros facial e lábios maiores. Uma característica dos elfos fantasia é também a suas orelhas longas e pontudas.
 Elfos do molde Tolkien tornaram-se padronizados caracteres básicos da fantasia moderna.
 É interessante notar que essas coisas descritas como sendo ou relacionados com estes "elfos justo" são referidos como "elfos" ou "elfos", em oposição a "traquinas" (um termo mais estreitamente associado com o espíritos como duendes da concepção medieval ).


Referências:
Nórdico arcaico
(The Fooling Of Gylfe) by Sturluson, Snorri, 13th century Edda, in English(The Fooling Of Gylfe) por Sturluson, Snorri, Edda século 13, em Inglês. Acessado em 16 de abril de 2007
Gylfaginning in Old Norse Gylfaginning em Old Norse
Marshall Jones Company (1930). Mythology of All Races Series, Volume 2 Eddic , Great Britain: Marshall Jones Company, 1930, pp. Marshall Jones Company (1930). Mythology of All Races Series, Volume 2 Eddic, Grã-Bretanha: Marshall Jones Company, 1930, pp. 220-221. 220-221.
Fairy Tales Os contos de fadas
Anderson, HC . Anderson, HC. 1842. The Elf of the Rose (Danish original: Rosen-Alfen ). 1842. The Elf da Rosa (original dinamarquês: Rosen-Alfen).
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Coghlan, Ronan. Coghlan, Ronan. 2002. Handbook of Fairies . 2002. Manual de Fadas.
Lang, Andrew . Lang, Andrew. 1884. The Princess Nobody . 1884. The Nobody princesa.
The Saga of Thorstein, Viking's Son (Old Norse original: Þorsteins saga Víkingssonar ). ^ A Saga de Thorstein, Filho Viking's (Old Norse original: Þorsteins saga Víkingssonar).
Capítulo 1.
Harald Fairhair 's saga in Heimskringla . ^ Harald, o Louro 's saga em Heimskringla.
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Capítulo 7.
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