Stregheria,Stregoneria ou Bruxaria Italiana são os nomes dados a Velha Religião ( Vecchia Religione) da região da Itália. Culto Pagão com origens nos velhos Mistérios Etruscos e Egeus. A Stregheria é uma Religião que é formada por diversos Clãs. (Tradições ou Familias), na maioria segue uma linhagem Hereditária e Oculta. O culto Streghe é diverso, mas segue principalmente os ensinamentos da Prima Streghe( Arádia ou Heródia).
A Deusa Diana e o Deus Cornifero Dianus Lucifero.

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Bruxo Callegari - TV Espelho Mágico

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Os Elementais dos Cristais

Os Elementais dos Cristais

Aqui adentramos o mais poderoso reinos dos elementais.
Entre essa classe de elementais que estão fora da classificação de “Paracelso”, ficam na mais elevada ordem de elementais em evolução e campo vibracional.
Como seres inter dimensionais, são compostos de energia vibracional muito elevada, entram já na classe de hierarquias cósmicas, onde trabalham com Devas , Avatares e Ascensionados aos quais eles auxiliaram na evolução. 
No caso dos mencionados “Avatares”, que sempre são orientados por essa classificação de elementais.
Eles vibram em todas as cores das esferas luminosas , desde o branco puro até as sete cores do arco- íris, tão deslumbrantes, que turvam a visão por excesso de luz ou brilho. Esses elementais acabam por fazer parte do trabalho com a grande confraria dos mestres ascensionados, como muitos referidos na “Grande Fraternidade Branca.” Que geralmente os tem como os “Sete Mestres”, e quando outro entra na escala da hierarquia dos sete, o seguinte sobe para uma esfera mais elevada , para que o que acabou de chegar nessa escala de evolução, possa ocupar o seu lugar.
Na verdade existem milhares de ascensionados de vários pontos do universo, que se unem na dimensão desses elementais ligados ao reino dos Cristais.
Sua dimensão é a mais fantástica e bela que possamos imaginar, com cidades de cristal, céus coloridos como a aura boreal e estruturas cristalinas vivas, que podem crescer como se fossem vegetais, que concedem um aspecto ainda mais maravilhoso a esse já fantástico reino. Eles trabalham puramente por emanações de luz que são amplificadas pelos cristais, que agem como potencializadores de suas irradiações.
Podem ser classificados entre os "Elfos-Boreais" ou "Elfos da luz".
Esses elementais possuem as mais diversas formas, um espetáculo feérico (de brilho próprio) , já foram registrados em algumas experiências com fotos, em institutos de pesquisas paranormais. Trabalham em sete planos vibracionais, sete acima, sete abaixo, sete a direita e sete a esquerda..
Fornecem a condução as fontes de energia cósmica para os chacras, enquanto os homens dormem, restauram sua auras. Existem em seus reinos fontes de energia inesgotável, suficiente para manter vários sistemas planetários e varias galaxias.




(Autor: Valdir Callegari)


O Povo Pequeno




O Povo Pequeno (Little People) é uma raça humanóide aborígene que originalmente habitava as Ilhas Britânicas. Na aurora do mundo havia uma grande quantidade deles, vivendo nas profundezas das florestas e bosques intocados. Nessa época eles guardavam forte semelhança com os humanos, exceto pela estatura os mais altos tinham 1,20 m e pelo porte esguio, feições delicadas e grandes olhos.
O Povo Pequeno possuía uma forte ligação com a terra e alguns acreditam que eles dominavam magia e rituais, embora não haja provas desse conhecimento arcano. A espécie constitui a base para muitos mitos e lendas a respeito de elfos, fadas e outras criaturas místicas do folclore britânico.
A medida que os primeiros colonos humanos atravessaram o Canal da Mancha se fixando nas Ilhas Britânicas, o choque entre as raças foi inevitável. O Povo Pequeno ficou conhecido por sequestrar crianças humanas na calada da noite e substituí-las pelas suas próprias.
O Povo Pequeno procurava sobretudo mulheres humanas, com as quais tentavam se reproduzir, gerando crias híbridas. Mulheres humanas, eram raptadas levadas até o centro da tribo , na esperança de que fosse impregnada com sua semente. Em seguida a mulher era libertada na floresta, eles aguardavam até ela dar a luz para que a criança fosse reclamada. É possível que alguns povos humanos primitivos considerassem esse costume uma espécie de honra, e de bom grado oferecessem meninas ao Povo Pequeno de bom grado logo após o primeiro ciclo menstrual. As crianças híbridas eram consideradas mágicas. Mas a grande maioria dos colonos ficaram horrorizados com o resultado dessa união e reagiram os ferindo com ferro.
Gradativamente, o Povo Pequeno começou a ser exterminado pelos humanos e empurrado para o interior da ilha, fixando-se nas florestas mais densas e daí para o subterrâneo sob montanhas e ravinas.
O Sul da Inglaterra e do País de Gales recebeu a maioria desses sobreviventes que escavaram túneis profundos que os conduzia ao coração da terra onde eles se escondem por gerações.

Com o tempo, o Povo Pequeno foi esquecido pelos humanos e sua existência de fato, suplantada pela crença de que eles não passavam de lendas, contos de fada benignos. A verdade, no entanto, é bem menos inocente. O Povo Pequeno continua vivendo em bolsões isolados nas regiões mais selvagens de Gales, da Irlanda e do Sul da Inglaterra. Eles guardam um profundo rancor dos humanos.
Nas raras ocasiões que humanos adentram os domínios do Povo Pequeno a reação tende a ser de não deixa-los sair. Mulheres capturadas são arrastados para os subterrâneos para gerar filhos.Se libertadas tem suas mentes apagadas. Em seguida em geral completamente enlouquecida pela experiência de não se lembrar de nada do que aconteceu. As crianças nascidas dessa união, em geral são híbridas com características que remetem mais ao Povo Pequeno, o que é atribuído a algum tipo de deformidade congênita. Essas crianças, quando sobrevivem, acabam eventualmente se juntando aos seus pais nos subterrâneos. Há casos, entretanto, de crianças que nascem herdando traços humanos e que são capazes de crescer e se misturar às pessoas normais embora, eles sejam vistos com desconfiança, por razões que a maioria não consegue explicar. Esses híbridos são muito valiosos para o Povo Pequeno e quando se juntam aos seus "pais" são alçados a posições de liderança.
Membros do Povo Pequeno parecem fisicamente com humanos de baixa estatura, muito esguios e atléticos. Se vistos rapidamente, podem ser facilmente confundidos com crianças selvagens. Eles são mestres em ocultar sua presença quando andam nas florestas e bosques. Essa habilidade nata impede que sejam vistos claramente. Eles possuem cabelos longos, lisos e amarrados em tranças enfeitados com folhas e flores. Sua pele é pálida em certos casos, alguns apresentam escamas abdominais. Seus olhos são grandes, arredondados e brilhantes denotando um brilho animalesco que foge de qualquer racionalidade.
O Povo Pequeno é primitivo eles não dominam as mais básicas noções de civilidade; desconhecem e desprezam o fogo uma vez que resistem bem ao rigor da temperaturas e enxergam perfeitamente no escuro. As poucas ferramentas que eles criam são rústicas: lanças, machados e facas feitas de pedra lascada, ainda que extremamente afiadas e manejadas com precisão mortal. Na maioria das vezes eles não vestem roupas, mas os líderes carregam ornamentos e adereços que indicam seu status superior. Eles se comunicam com uma série de grunhidos sibilantes, e podem também se comunicar usando alguns simples hieróglifos cervulíneos Esses símbolos, uma simplificação do idioma Aklo valusiano cobre as paredes dos refúgios subterrâneos que servem como lar para o Povo Pequeno. As tribos tendem a venerar diferentes deuses negros do Mythos, sendo que Yig e Shub-Niggurath são as divindades mais tradicionais.
Em virtude da grande quantidade de lendas a respeito de "Povos Pequeninos" encontrada em várias culturas e civilizações, é possível que o Povo Pequeno possa ter existido (ou ainda exista!) em outros continentes.



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